"Oi!
Conte-nos a sua história!"
Foram essas as primeiras palavras que eu disse pra ele.
Eu o conheci na última balada de 2008, por vias meio tortas, mas basicamente eu posso dizer que foi bom eu ter ficado com um outro cara aquela noite, senão a Ná não teria ficado sozinha, e não teria sentado, nem os outros teriam tropeçado no seu pé, e ela não teria conhecido o Tiago e eu não teria conhecido o Dimitri.
E não teria me lembrado como é conhecer uma pessoa com quem você conversa 10 minutos e faz o resto do mundo sumir (inclusive o cara com quem se está ficando - literalmente), porque ele fala de música, clips favoritos, arquitetura sustentável e sobre não jogar bituca de cigarro na rua.
Porque ele faz da jardinagem uma terapia e gosta de Lego, embora consiga ser totalmente cool, de uma forma despretenciosa, com esse cabelo todo bagunçado. E ser fofo de tudo, sem deixar de ser cool, quando coloca o cinto de segurança no banco de trás, quando discutimos a cor do céu ou quando pergunta se eu sei voltar sozinha para casa.
E, por que esse post?
Porque fazia MUITO tempo que eu não conhecia alguém que merecesse isso, e porque sábado eu percebi que sinto falta dele, e que preferia estar dançando vendo ele pular no Matrix do que enfiando o pé na jaca na Trash.
Porque enfiar o pé na jaca é legal até, mas ele é bem mais!!!
Ah, e apesar de ter dito que não tinha uma história, a dele é sobre o bisavô, russo, de onde veio o nome dele, e sobre pequenas curiosidades russas.
Ainda bem que eu tive o bom-senso de não perguntar nada sobre polka!!!
Uma canção pelo ar: All those Yesterdays (PJ)

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