No melhor ritmo de pagode: “eu me apaixonei pela pessoa errada, você não sabe quanto que eu estou sofrendo...”.
Ok, vamos lá, eu não me apaixonei, e não gosto de pagode. Não desse, pelo menos.
Acho irônico o modo que as coisas acontecem.
Ele era uma pessoa que ninguém queria saber, que já foi o nerd sem amigos.
Eu o conheci bem depois disso, e meus amigos ficavam falando para eu ficar com ele e eu nem aí.
Era uma balada, eu bêbada totalmente em fase apagão, “acordei” beijando ele e fiquei com estrelinhas desde então.
E daí ele não quis mais saber de mim e eu estou com o orgulho ferido.
Ok, ok, a história não é assim!
Não sei se ele quer saber de mim (queria antes, agora eu devo ter virado um nome pra encher pontuação) e eu não tenho me comportado nada bem desde então, e fico dodói porque ele também não tem, fingindo não pensar que minha moral foi pelo ralo naquele dia, um pouco mais sábado passado e que eu estou bravamente lutando pelo título de pessoa “tô nem aí” do mundo.
O problema é que eu tô aí e não sei demonstrar, porque sei que ele ta na fase de desapego e pontuação total, e fico achando ruim ele xavecar minha amiga quando simplesmente passo reto pelo fato de que eu tenho feito coisas bem piores.
A verdade, é bem da verdade, é que eu estou muito menos apaixonadinha e muito mais com orgulho ferido, por ter virado estatística só, porque meu ego grande não permite que isso aconteça logo com alguém que tem um histórico que nem o dele.
Assim como não me permite perceber que a que está agindo pior nessa história sou eu.
Mas, apesar de tudo, eu tô bem, mesmo!
Escrevi mais porque estou achando muito engraçado tudo isso que está acontecendo, anda tudo tão um “Barrados no Baile do Lado Negro da Força” e eu começo a observar as coisas como alguém de fora, achando tudo interessante, principalmente a maneira como tenho me redescoberto nessa história toda.
Ok, vamos lá, eu não me apaixonei, e não gosto de pagode. Não desse, pelo menos.
Acho irônico o modo que as coisas acontecem.
Ele era uma pessoa que ninguém queria saber, que já foi o nerd sem amigos.
Eu o conheci bem depois disso, e meus amigos ficavam falando para eu ficar com ele e eu nem aí.
Era uma balada, eu bêbada totalmente em fase apagão, “acordei” beijando ele e fiquei com estrelinhas desde então.
E daí ele não quis mais saber de mim e eu estou com o orgulho ferido.
Ok, ok, a história não é assim!
Não sei se ele quer saber de mim (queria antes, agora eu devo ter virado um nome pra encher pontuação) e eu não tenho me comportado nada bem desde então, e fico dodói porque ele também não tem, fingindo não pensar que minha moral foi pelo ralo naquele dia, um pouco mais sábado passado e que eu estou bravamente lutando pelo título de pessoa “tô nem aí” do mundo.
O problema é que eu tô aí e não sei demonstrar, porque sei que ele ta na fase de desapego e pontuação total, e fico achando ruim ele xavecar minha amiga quando simplesmente passo reto pelo fato de que eu tenho feito coisas bem piores.
A verdade, é bem da verdade, é que eu estou muito menos apaixonadinha e muito mais com orgulho ferido, por ter virado estatística só, porque meu ego grande não permite que isso aconteça logo com alguém que tem um histórico que nem o dele.
Assim como não me permite perceber que a que está agindo pior nessa história sou eu.
Mas, apesar de tudo, eu tô bem, mesmo!
Escrevi mais porque estou achando muito engraçado tudo isso que está acontecendo, anda tudo tão um “Barrados no Baile do Lado Negro da Força” e eu começo a observar as coisas como alguém de fora, achando tudo interessante, principalmente a maneira como tenho me redescoberto nessa história toda.
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