Porque eu tenho um chefe que é o extremo da falta-de-educação, grosseria e todos os sinônimos possíveis desses adjetivos.
Porque ele diz desaforos e coisas do tipo diariamente, ao ponto de humilhar as pessoas de uma forma muito feia.
E eu fico bem mal e abalada com isso, logo eu que já fui o cúmulo da megera e agora resolvi virar uma docinho.
E ontem eu estava dirigindo e minha mãe me liga e pergunta coisas que eu não sabia e não tinha como resolver aquela hora, e o telefone falhava, e minha irmã ligava, e eu tentava ligar de volta e nada, e minha vontade era de fazer o retorno na Paulista e voltar para casa, bufando.
E depois eu só fiquei pior porque fui grossa com elas, assim como meu chefe foi comigo, e elas não têm nada a ver com os meus problemas, e eu fiquei criando uma corrente de coisas ruins, em vez de quebrá-la.
E estava a ponto de explodir quando cheguei na Paulista e quase bati o carro, mas almas amigas me salvaram, e foi tão bom ficar lá conversando com elas, sobre bobeirinhas e coisas sérias também, porque elas sempre me fazem bem, aquele tipo de relação tão boa que só ouvir a voz das pessoas e aquele jeito de falar tão familiar já acalma.
E voltando, tarde da noite, conversar com papai super-herói que às vezes me faz perder a paciência por querer falar demais, mas outras me traz tanta paz de ficar insistindo que eu coma e mostra que as coisas não são tão ruins assim , e que a gente tem direito de ficar mal por 30 minutos, e depois tem que levar a vida em frente...
E eu fico realmente tentando não me abalar, porque senão entro nessa corrente horrível, e decididamente não estou a fim disso.
Porque ele diz desaforos e coisas do tipo diariamente, ao ponto de humilhar as pessoas de uma forma muito feia.
E eu fico bem mal e abalada com isso, logo eu que já fui o cúmulo da megera e agora resolvi virar uma docinho.
E ontem eu estava dirigindo e minha mãe me liga e pergunta coisas que eu não sabia e não tinha como resolver aquela hora, e o telefone falhava, e minha irmã ligava, e eu tentava ligar de volta e nada, e minha vontade era de fazer o retorno na Paulista e voltar para casa, bufando.
E depois eu só fiquei pior porque fui grossa com elas, assim como meu chefe foi comigo, e elas não têm nada a ver com os meus problemas, e eu fiquei criando uma corrente de coisas ruins, em vez de quebrá-la.
E estava a ponto de explodir quando cheguei na Paulista e quase bati o carro, mas almas amigas me salvaram, e foi tão bom ficar lá conversando com elas, sobre bobeirinhas e coisas sérias também, porque elas sempre me fazem bem, aquele tipo de relação tão boa que só ouvir a voz das pessoas e aquele jeito de falar tão familiar já acalma.
E voltando, tarde da noite, conversar com papai super-herói que às vezes me faz perder a paciência por querer falar demais, mas outras me traz tanta paz de ficar insistindo que eu coma e mostra que as coisas não são tão ruins assim , e que a gente tem direito de ficar mal por 30 minutos, e depois tem que levar a vida em frente...
E eu fico realmente tentando não me abalar, porque senão entro nessa corrente horrível, e decididamente não estou a fim disso.
1 comentários:
será que a gente tem o mesmo chefe? será que ele faz jornada dupla? ou o requisito para ser chefe de qualquer coisa é ter todos esses "adjetivos" juntos?
=P
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